Agente falou em primeira mão aqui, do Studio Swine, dois anos atras quando eles estavam começando a desenvolver o projeto Sea Project, onde a dupla formada por Alex Groves, ingles, e Azusa Murakami, japonesa, estudava o potencial de utilização do plástico marinho para criar mobiliário.

Foram dois anos de pesquisa para desenvolvimento da primeira Sea Chair, um banco feito integralmente de plástico coletado na costa da Inglaterra e pressionado manualmente na Sea Press, maquinário também criado pela dupla, dando uma nova forma a esse material, que é considerado hoje o maior problema ambiental do mundo.

A dupla, que foca seu trabalho em criar soluções sustentáveis com altíssimo valor agregado e sempre fino acabamento, apresentou a primeira peça feita integralmente com plástico marinho em abril de 2012 na exposição The Future in the Making, realizada em parceira pela Domus Magazine e Audi, apoiando a disseminação de novas formas de pensamento no design através de uma nova geração de designers, materiais e formas de comercialização e financiamento, como copyleft, opensources e plataformas de contribuição, os chamados crowdfunding, como o Catarse por aqui.

A dupla ganhou diversos prêmios, convites e indicações, como o prêmio verde da Bienal de Design da Eslovênia, palestras no ciclo Material Matters da marca holandesa Droog entre outros.

Agora, dando continuidade ao projeto, Studio Swine abre o processo para todo mundo que quiser fazer seu banco e ajudar a limpar um pouquinho o Oceano. Quer fazer o seu? Só seguir as instruções nesse link, http://www.studioswine.com/sea-chair-open-source.

Quer saber mais sobre a continuidade desse projeto ou dos próximos que a dupla vem desenvolvendo em parceria com o Coletivo Amor de Madre? AGente conta logo mais….

 

Tuomas é um designer poeta. Sua poesia? A relação entre o homem e seus objetos e elevar a funcionalidade do objeto, de forma não tediosa sem descartar sua funcionalidade. Em busca de  aumentar tal relação e explorer a maneira como o dono cuida de seu mobiliário, Tuomas criou objetos enredados na noção do que é fragilidade através de virtudes físicas e psicológicas que refletem a temporalidade.

Para isso se utilizou de dois materiais que de frágeis não tem nada. O Aço e o Fogo.

Objetos já existente, foram cobertos por uma fina camada de anéis criados a partir do corto de tubos de aço. Os tubos foram soldados, formando uma renda sobre o mobiliário.

Em seguida, o designer acende o fogo.  A transformação é física e metafísica. O mobiliário original desaparece, permanecendo apenas o vinculo e a memória

 

 

.

Se você me perguntar qual meu  objeto de consumo de desejo agora, eu provavelmente vou ficar em dúvida, mas ontem à noite, ao sair do banho, nesse inverno que não quer abandonar os paulistas, só uma solução em design poderia me salvar, o sensacional tapetinho pantufas do designer italiano Paulo Ulian.

Produzido em algodão, pela marca ícone Droog, o tapetinho é perfeito para pequenos deslocamentos pelo banheiro pós banho. Você seca o pé, deixa ele quentinho e ainda previne acidentes. Três em um. Uma ideia simples que só um designer tarimbado como Ulian poderia nos oferecer.

Mat Walk, data de 2004 mas será eternamente contemporâneo e inovador.

Quer saber mais sobre ele?

Paulo Ulian se formou em desenho industrial em 1990 e foi da faculdade direto para o atelier do Enzo Mari, onde ficou por 2 anos até voltar para Toscana e iniciar seu próprio negócio com o irmão Giuseppe.

Mais 2 anos se passaram até que começasse a participar de exposições em Milão e da Italia para o mundo.

Em 1995, seus projetos começam a ser absorvidos por grandes marcas como Driade e Bieffeplast e desde então já teve trabalhos comissionados por grandes marcas como Droog Design, Luminara, Zani e Zani, BBB Bonacina, SensiC, Coop, Azzurra Ceramiche, Skitsch.

Quase uma piada de mau gosto, ir para uma cidade como São Paulo e soltar essa frase clássica de camisetas, bottons e tantos outros souvenirs, encontrados pelo mundo em cidades consagradas como lindas e turísticas.

Quem vem para São Paulo a passeio? Quem passeia por São Paulo? Quem vê a São Paulo bonita, turística e digna de lembranças?

Mesmo na contramão da maioria dos paulistas, muitos, que por aqui passam adoram e recomendam. Muitos não passam, vem direto, curiosos, querendo conhecer essa cidade que sim tem presença, e como.

Maior cidade do hemisfério sul e principal centro financeiro e corporativo da America Latina, São Paulo é hoje a sexta cidade mais populosa do mundo com mais de 19 milhões de habitantes espalhados por 1.522 km2, 96 distritos e mais de 40 mil logradouros, ou seja, muito mais gente, bairros e moradas do que AGente pensa, ve e convive.

Os arquitetos, professores, designers e amigos Guto Requena, Marko Brajovic e Maurício Arruda, não são paulistanos. Mas foi em Sampa, que encontraram seu lugar, casa e inspirações, essas encontradas pelas ruas e esquinas de São Paulo como um todo, analisando pequenos detalhes e gambiarras que a maioria não vê merecido valor. Seja por medo, preguiça ou por falta de vontade.

A convite da Galeria +Coletivo Amor de Madre, os três apresentam a exposição

#fuiparaspelembreidevc uma homenagem a cidade de São Paulo através de uma reflexão do atual status do design brasileiro.

Foram meses de pesquisa registrada em fotos de Instagram mostrando um olhar curioso e carinhoso de quem não é daqui mas é.

Guto apresenta “intervenções” sobre clássicos do design brasileiro mesclando os mesmo com os sons da cidade de São Paulo. Os originais foram transformados em arquivos digitais e em seguidas deformados pela fusão dos mesmos com o áudio coletado. A exposição traz Lina, a primeira da linha NOIZé, unindo a cadeira Girafa de autoria de Lina Bo Bardi, Marcelo Suzuki e Marcelo Ferraz e o som da Santa Ifigênia.

De natureza poética, Marko apresenta, entre outros, uma série denominada Extacity, remédios para serem consumidos sem prescrição médica na dosagem certa para refletirmos sobre problemas crônicos da cidade, como comodismo veicular agudo e o desleixo em relação aos nossos rios.

Mauricio, desloca “resíduos” de obras, casas, feirinhas e vendas tipo família vende tudo, criando mesas e mapas sobre pratos, relembrando a nobreza de matérias não primas.

Cada qual um olhar, uma discussão, lembrando o porque essa Paulicéia desvairada, traz em seu brasão oficial seu lema, Non ducor, duco, do latim Não sou conduzido, conduzo.

Em 1949, o mundo estava em crise, e claro, a alta costura nem se fala. Era início do inverno europeu, fim da Segunda Guerra Mundial e a necessidade de reinvenção da economia  era mais que urgente.

Surgiu assim, um novo conceito em moda, o prêt-`a-porter, do francês pronto para levar. Uma nova tendência. Peças de qualidade e assinadas, produzidas porém em grandes escalas, pois era a exclusividade que encarecia a produção. Tal democratizacão levou a uma grande difusão da moda que buscava adequar-se a nova realidade do Mercado e as necessidades dos consumidores.

Em semana de Fashion Week a Galeria +Coletivo Amor de Madre, abre exposição com coleção Pret-a-Porter.  Com nome, emprestado da moda, PRONTO PARA USAR, apresenta peças únicas, seriadas e protótipos com preço final acessível, buscando adequar-se ao bolso do consumidor contemporâneo que adora design mas que se sente acuado pelos preços exorbitantes do Mercado.

Sempre buscando experimentar novas formas de comercialicação de arte e design, a Galeria +Coletivo Amor de Madre indica que as peças da exposição PRONTO PARA USAR, estão disponíveis para aquisição imediata. Ou seja, gostou, pagou, levou.

A exposição conta com a participação dos designers 80e8, Bruno Freire, Guilherme Mendes da Rocha, Leo Capote, Marcelo Stefanovicz e NeuteChvaicer e tem duração de apenas uma semana.

Vem logo ver AGente, que a exposição vai só até amanhã.

Galeria+Coletivo Amor de Madre

Rua Estados Unidos 2186 Jardim América

Segunda a Sexta 10h as 19h

Sábado 10h as 18hImageImage

248078_10150949503103224_1639386871_n

Que ver AGente feliz, é entrar no site do designer Martino Gamper e ver que tem novidade! Há muito tempo AGente vem acompanhando o trabalho desse italiano radicado em Londres, que para AGente é top quando o assunto é Design Contemporâneo.

Quando questionado sobre seu trabalho, Martino explica que cria móveis que esperam educadamente uma introdução `a vida na Terra. Você escuta ele falar isso e sim, faz sentido. Todo seu trabalho, processo e finalização possuem um alma sui generes. Martino acredita na parceria e na colaboratividade. Em seu atelier, além de assistentes e estagiários trabalham outros artistas e designers como Gemma Holt e Max Lamb. Em seu atelier, hora do almoço é sagrada e compartilhada. A refeição começa no jardim, com a escolha dos ingredientes, verduras, legumes e hortaliças, cuidadosamente plantados pelo próprio. A mesa sentam-se todos. Quebra de protocolo é uma de suas especialidades. Afirmando que não há cadeiras perfeitas, Gamper viola normas de concepção histórica de harmonia e simetria. Normas que há muito já caducaram.

Viajando, tivemos o privilégio de ver pessoalmente muitos de seus trabalhos, que estão se espalhando, rapidamente pelo mundo. Da Italia e Inglaterra, até Emirados Arabes e Nova Zelândia, tá tudo dominado, só falta São Paulo.

AGente vem tentando resolver esse problema e estivemos em Milão para resolver isso de uma vez por todas e recebemos a confirmação. Em março teremos cadeiras, bancos, armários e mesas ganhando vida por aqui também. acompanha o trabalho do Martino Gamper, designer italiano radicado em Londres

Arnold Stools  > A venda no Coletivo Amor de Madre

Bench Chair – Wouldn’t it be nice > 2008

House Plan Carpet >2011

Berlino Bench>2004

AGente tava limpando o computador e encontramos um dos produtos mais incríveis já encomendados pela marca Droog.

Vamos começar do começo…que marca é essa? Em 1993, Gjis Bakker e Renny Ramakes, apresentaram seu trabalho pela primeira vez na Feira de Milão do mesmo ano, com uma seleção de objetos e mobiliários, todos feitos a partir de materiais industriais e objetos encontrados. A simplicidade e o humor seco, deram o nome a exposição (Droog, seco)

Nascia a Droog, hoje marca pioneira do design experimental do século 21, para apresentar ao mercado de design uma nova e singular perspectiva de modelos de negócios, buscando cada vez mais integrar novos colaboradores, novas ferramentas e novos direcionamentos e desde sempre, convidando designers, artistas e arquitetos para trabalhar colaborativamente.

Como parte do projeto Urban Play 2, a marca, juntamente com Scott Burnham, o curador do projeto, convidaram o escritório holandês de arquitetura NL Architects para criar e desenvolver uma intervenção urbana, para expor ao longo do rio durante a Experimenta Design Amsterdam no ano de 2008.

Com 8 altofalantes e 2 Subwoofers, o Boom Bench, é um banco de rua, que oferece o que chamamos de valor agregado, onde o som alto atua como atraente e/ou repelente de pessoas, relembrando momentos aureos do boom box, onde o som invadia as ruas sem pedir licença.

O usuário, senta e conecta seu ipod ou mp3 via Bluetooth e começa a festa.

Boom Bench, sempre inovador e divertido.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 31 outros seguidores