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Trinta anos de arte contemporânea Norte- Americana, tem sua história contada atraves da Coleção Astrup Fearnley.

Em nome dos Artistas , é dividida em 3 partes . No segundo andar, uma espécie de coletiva de contemporâneos emergentes como Nate Lowman, Dan Colen e Aaran Young, apresentando o cenário atual, enquanto o terceiro andar é reservado para individuais de Jeff Koons, Cindy Sherman, Feliz Gonzalez-Torres  – icones do anos 80 – Richard Prince, Matthew Barney, Doug Aitken e Tom Sachs representando os 90, com todo o respeito e carinho que as obras apresentadas merecem.

Logo na entrada o artista britanico  Damien Hirtst. Disparado no quesito faturou com arte, Damien tem um exposição, dentro da exposição, onde apresenta alguns dos trabalhos que incomodou muita gente e consequentemente  levaram o artista a ocupar o posto de estrela da arte contemporânea mundial.

Em nome dos artistas fecha o ciclo da trajetoria destes artistas, onde Hirst influencia toda uma geração de artistas americanos, devolvendo a influencia que o próprio buscou em artistas de outra geração do mesmo país.

Imperdível. Em nome da arte, em nome dos artistas.